Ensaio de Margaret Shenfield (1962)
Bernard Shaw foi um dos mais célebres escritores do seu tempo, tendo recebido a consagração máxima do Nobel. Leu e escreveu muito sobre filosofia e política, foi crítico de arte e depois crítico de teatro, escreveu romances que não vingaram, mas foi como dramaturgo que ficou conhecido e deve hoje uma certa posteridade. Escreveu algumas dezenas de peças, mas apenas três ou quatro interessam os teatros e o público de hoje. Ficou à sombra do seu grande ídolo, Ibsen, do qual foi um dos grandes defensores em Inglaterra. Para mim, Bernard Shaw será para sempre o autor de Pygmalion (1913), que inspirou um belo filme (1938), um musical da Broadway (My Fair Lady, 1956) e um filme musical sublime (My Fair Lady, 1964). Vila do Conde 02.2020 3/5
