Teatro Livros Artes
Jango (Glauber Rocha)
Não, não é um filme desconhecido de Glauber Rocha. Jango é a única peça de teatro que ele escreveu. E foi a peça escolhida para comemorar os 50 anos do Teatro da Vila Velha, de Salvador da Bahia. Na semana passada, quando decidi ir ver teatro em Salvador, para sentir um pouco o pulso cultural da cidade, não imaginava que iria assistir a um espetáculo tão especial. Quando cheguei ao teatro, não havia ingressos, pois só se entrava com convite. Esperei até à hora do início do espetáculo. Houve um convite para mim e para mais uns poucos. A entrada na sala foi empolgante. Muitos atores e músicos rodeavam o público (ao nível do chão e num segundo nível superior) e recebiam-no com muita percussão baiana. Os tambores nunca se apagaram ao longo da noite. Houve discursos, pois o Teatro da Vila Velha comemora 50 anos e tem uma história das mais ilustres. Jango é uma peça política, sobre a vida do presidente João Goulart no exílio. Peça muito difícil para quem não é familiar com a cultura e a política brasileiras. Mas o encenador Márcio Meirelles transforma-a num trabalho cativante para os sentidos. O melhor não foi o texto (que geralmente é o que mais me interessa), mas sim a coreografia das cenas de conjunto e a música. Uma noite inesquecível. Salvador, agosto de 2014 Vila Velha 4/5
Koanza: do Senegal ao Curuzu (2022)
Sulivã Bispo protagoniza um extraordinário espetáculo solo cômico, um dos melhores do género que alguma vez vi. Salvador 2022 Teatro Sesi Rio Vermelho
Homens ou Homens de Caio F. (Fernando Caio Abreu, 2012)
Homens ou Homens de Caio F. (Fernando Caio Abreu, 2012)
Rio de Janeiro: Teatro Leblon,
Visto provavelmente em fevereiro de 2014 no Teatro Jockey
Direção de Delson Antunes
Elenco: Danilo Sacramento, Thiago Chagas, Carlo Porto, Yuri Gofman, Igor Vogas, Vinicius Cristovão, Hilton Vasconcellos e Iuri Saraiva
Um espetáculo que não vi (2014)
No domingo, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro (uma quase réplica da Opéra de Paris) apresentou uma sessão popular, a um real, da Ópera do Malandro, de Chico Buarque. Quando cheguei ao teatro, às nove horas da manhã, a fila já dava uma volta completa ao edifício. Pouco depois dava uma segunda volta. No final, o número de descontentes por não terem conseguido um bilhete era obviamente enorme. Uma seca de duas horas na fila que me permitiu, no entanto, conhecer estas simpáticas brasileiras amantes das artes e do Chico. E assim o domingo começou mais ou menos bem. Rio de Janeiro, julho de 2014
A Casa Suspensa (Maria Ondina Braga, 1982)
A Casa Suspensa (1982)
Novela de Maria Ondina Braga
Relógio D'Água 1º edição 1982
Coleção Fantástico nº1
Capa de João Carlos Albernaz
BIBLIOTECA
Museu Nacional de Arte Antiga
De volta ao MNAA, um dos meus sítios preferidos de Lisboa. Aproveitei para ver esta recente aquisição: “A Adoração dos Magos”, de Domingos Sequeira. Maio de 2016
Cheong-Sam A Cabaia (Deolinda da Conceição, 1956)
Cheong-Sam A Cabaia (1956)
Contos de Deolinda da Conceição
Cheong-Sam A Cabaia (1956)
4ª edição ICM IPO 1995
BIBLIOTECA
Helena (Almeida Garrett)
NT
Volume com O arco de Sant’Ana e Helena
Almeida Garrett - Obras Completas (2005)
Tenho Volume I (2005)
Viagens na Minha Terra
O arco de Sant’Ana
Helena
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Não, não é um filme desconhecido de Glauber Rocha. Jango é a única peça de teatro que ele escreveu. E foi a peça escolhida para comemorar os...







































