Turner & Constable (Tate Britain, 2025)

Turner & Constable (2025)
Londres 1.12.2025 Tate Britain

Turner (Damien Sausset, 2004)

Turner (Damien Sausset, 2004)
Flammarion 2004
Les ABCdaires n°172
BIBLIOTECA

Eça de Queirós

Póvoa de Varzim 1845 - Neuilly-sur-Seine 1900

OBRAS

O Mistério da Estrada de Sintra (1870)

O Crime do Padre Amaro (1875)

A Tragédia da Rua das Flores (1877-78)

O Primo Basílio (1878)

O Mandarim (1880)

A Relíquia (1887)

Os Maias (1888)

Uma Campanha Alegre (1890-91)

Correspondência de Fradique Mendes (1900)

Dicionário de milagres (1900)

A Ilustre Casa de Ramires (1900)


Obras de publicação póstuma


A Cidade e as Serras (1901)

Contos (1902)

Prosas Bárbaras (1903)

Cartas de Inglaterra (1905)

Ecos de Paris (1905)

Cartas familiares e bilhetes de Paris (1907)

Notas contemporâneas (1909)

Últimas páginas (1912)

A Capital (1925)

O Conde de Abranhos (1925)

Alves & Companhia (1925)

Correspondência (1925)

O Egito (1926)

Cartas inéditas de Fradique Mendes (1929)

Eça de Queirós entre os seus - Cartas íntimas (1949)


BIBLIOTECA Eça de Queirós


A CIDADE E AS SERRAS, Obras Completas de Eça de Queiroz vol VIII

Contos (Livros do Brasil)

Correspondência (Lello)

O Mistério da Estrada de Sintra (Lello)

O Primo Basílio (Livros do Brasil)

O Primo Basílio, Ulisseia «BUAP» 2002 Int. Mª Ema Tarracha Ferreira

Contos, ed. INCM 2009 Edição crítica dirigida por Carlos Reis

Ecos de Paris, Círculo de Leitores 1982

O Crime do Padre, Amaro Círculo de Leitores 1982

Os Melhores Contos de Eça de Q., Global 1988

A Ilustre Casa de Ramires, Ulisseia «BUAP» 3ªed. 1995

O Primo Basílio, Ulisseia «BUAP» 2002

Marguerite Duras

 


L'après-midi de Monsieur Andesmas (1962) 
Le camion (1977)
Agatha (1981) 
L'homme atlantique (1982) 

Moderato Cantabile (1958)
Difel
BIBLIOTECA


NT

A Dor (1985) 
Diefel 1985, 163p
BIBLIOTECA

Les yeux bleus cheveux noirs (1987) 
Yann Andréa Steiner (1992) 
C'est tout (1995, ed. 1999) 
La mer écrite (1996)  
Cahiers de la guerre (2006) 




O AMOR
Editorial Presença 1972 (1ª edição)
Editorial Presença 2004
NT


O Amante
Trad.: Luísa Costa Gomes; Maria da Piedade Ferreira
Difel 1984, 98p
BIBLIOTECA

NT

NT

BIBLIOTECA REVISTAS
Marval Portraits d'Auteurs 1997
BIBLIOTECA



Les Yeux Verts (1980)
Petite bibliothèque des Cahiers du cinéma 1996
BIBLIOTECA F


A Vida Material
Marguerite Duras fala a Jérôme Beaujour
Tradução de Tereza Coelho
Difel
NT

Os Insolentes
2ª Edição de 1999 Difel 218 Páginas
NT


Destruir - Diz Ela
Lisboa: Edição “Livros do Brasil”
NT

O Jardim (Le Square)
Livros do Brasil
Coleção Dois Mundos
NT


O amante da China do norte
Livros do Brasil
Coleção Dois Mundos
NT

Dez Horas e Meia Numa Noite de Verão
Difel 1994, 112p
NT

PERSPECTIVA DO ROMANTISMO PORTUGUÊS (1971)

PERSPECTIVA DO ROMANTISMO PORTUGUÊS (1971)
Alberto Ferreira
1ª edição: Edições 70, 1971 NT


2ª edição, Moraes NT


4ª edição Litexa Editora 2007
BIBLIOTECA

A Duração dos Crepúsculos (Filomena Marona Beja, 2006)

Dom Quixote 1ª edição fev. 2006
Ilustrações de Maria José Ferreira
 BIBLIOTECA

Hotel Locarno (António Mega Ferreira, 2015)

Hotel Locarno (António Mega Ferreira, 2015)
Ed. Sextante 2015
Leitura 02.2023 Porto 4/5

H. G. Wells (Laura El Makki)

Peguei nesta biografia por causa de Rebecca West, cuja biografia me tinha fascinado há meses. Wells foi talvez o homem mais importante na vida amorosa de Rebecca West, tendo tido um filho dele. Mas Rebecca foi apenas uma das muitas amantes de Wells, que se manteve casado com Jane até à morte desta. Wells tornou-se desde cedo (aos 30 anos) um homem cèlebre em todo o mundo e apesar de ter escrito muitos romances e ensaios ao longo da vida, a sua celebridade deveu-se ao impacto que tiveram as suas obras de ficção científica publicadas entre 1895 e 1898: The Time Machine, The Island of Doctor Moreau, The Invisible Man e The War of the Worlds. Quem não as conhece mesmo sem as ter lido? Parece-me que o resto da obra está esquecida e o próprio Wells apercebeu-se de que, mesmo mantendo a celebridade (visitava e entrevistava os líderes políticos dos EUA e da Rússia, por exemplo), cada vez menos gente lia os seus livros. Ele pôde mesmo testemunhar o sucesso daquelas obras iniciais no cinema e até na rádio, como a famosa dramatização radiofónica feita por Orson Welles (o escritor não gostou mesmo nada da brincadeira do realizador até se aperceber de que o seu nome voltava a ser popular devido ao grande impacto do programa de rádio). Paris 2017 3/5

Passage des Miracles (Naguib Mahfouz, 1947)

Passage des Miracles / Zoqâq al-Middaq (1947)
BIBLIOTECA

Autumn Quail (1962)
Miramar (1967)
Al-Karnak (1974)
Les noces du palais (1981)
O Ladrão e os Cães / Al-Liss wa al Kilab (1989)   

Matin de roses (Naguib Mahfouz, 1988)

BIBLIOTECA

Matin de roses (Naguib Mahfouz, 1988) 
Actes Sud 1998
BIB

Les Dimanches de Jean Dézert (1914)

 

Jean de La Ville de Mirmont, Bordeaux 1886-1914, Les Dimanches de Jean Dézert (1914, romance, *Quai Voltaire 1994, préface de François Mauriac), L'Horizon chimérique (poemas)

Cécile (Benjamin Constant, 1811)

Cécile (Benjamin Constant, 1811)
BIB

Medéia (Eurípides)

Medéia (Eurípides) 
Martin Claret 2007
BIBLIOTECA

Terre promesse (Milena Agus, 2017) etc

Terre promesse (Milena Agus, 2017)
Liana Levi piccolo 2019

Mal di pietre (2006)

Battement d'ailes/Ali di babbo (2008)

Il vicino (2008)

La contessa di ricotta (2009)

BIBLIOTECA

Souls Belated (Edith Wharton,1899)

Souls Belated é um conto sobre um casal de amantes apanhados pelos preconceitos que regiam a sociedade aristocrática da viragem do século XIX/XX. Lydia acaba de receber a notícia (esperada) do seu divórcio, mas esse facto faz nascer uma crise na relação com o seu amante Gannett, que pretende no entanto desposá-la. Lydia desejava a liberdade conjugal mas dá-se conta agora de que o passado de mulher casada torna o futuro angustiante. Este conto representa bem o tom e a temática da obra de Wharton, assim como a qualidade da sua escrita. VC 2017 4/5

James Tissot. L'ambigu moderne (Musée d'Orsay, 2020)

O musée d'Orsay reabriu as portas com James Tissot, pintor de nome e gostos ingleses, mas francês de Nantes, cidade portuária que lhe passou para sempre a paixão pelas atividades à beira-mar. Vendo a retrospetiva da sua obra, nota-se que ele pouco se interessava pela paisagem em si mas pelas pessoas, pelas mulheres sobretudo, e sim, também pela natureza como quadro da ação humana. Para um francês nascido e vivido num século tão rico de pintura francesa, surpreende as suas influências inglesas (os pré-rafaelitas) e alemãs (do Renascimento). Recusou a participação de um salão dos impressionistas e viveu uma década de glória em Inglaterra, onde fez muitas das suas melhores obras. Na parte final da vida, estabeleceu-se em França e dedicou-se à arte religiosa, tenho ilustrada uma Vida de Jesus que marcou a cultura da época. Paris 2020 Musée d'Orsay 4/5

Morosov (2022)

 
Há cinco anos visitei pela primeira vez a Fondation Louis Vuitton para ver uma impressionante coleção russa de pinturas, raramente mostradas no Ocidente. O sucesso repete-se este ano com a mostra da coleção igualmente impressionante dos irmãos Morosov. Quatro andares repletos de obras primas do modernismo russo e francês. Como se tivesse visitado um Musée d'Orsay em versão reduzida. Paris 2022 Fondation Louis Vuitton 5/5

Le Douanier Rousseau, ou l'éclosion moderne (Musée d'Orsay, 2016)

Le Douanier Rousseau, ou l'éclosion moderne (Musée d'Orsay, 2016)
Foi emocionante ver a obra de Douanier Rousseau, um pintor que descobri recentemente, reunida no Museu de Orsay. O melhor ficou para o final: duas salas com os grandes quadros que representam a selva com alguns estranhos seres no centro viradas para nós, quadros enigmáticos que saíram da imaginação de um pintor que nunca saiu de Paris durante toda a sua vida! Esses quadros famosos e magníficos estão espalhados pelo mundo (Paris, NY, Moscovo, Washington, Cleveland, Chicago, Bale) e foram agora reunidos, provavelmente pela primeira vez, para esta importante retrospetiva parisiense. Paris 05.2016 Musée d'Orsay 5/5

Le Douanier Rousseau (Gilles Plazy, 1992)

Le Douanier Rousseau (Gilles Plazy, 1992)
Découvertes Gallimard nº153
 1ª edição 1992
BIBLIOTECA
Douanier Rousseau tem uma das vidas de pintores mais impressionantes que conheço. Toda uma vida a pintar perante a risada e a chacota (quase) gerais. Foi convidado a apresentar as suas obras no Salão dos Independentes, aliás desde a primeira edição e foi muitas vezes o centro das atenções não necessariamente pelas boas razões. Mas foi também, desde o início, defendido por Seurat, Signac, Alfred Jarry, Appolinaire e, no final da vida, por Picasso, que organizou em sua honra um banquete que ficou na história da arte. Mas a sede de reconhecimento nunca largou Rousseau e durante toda a vida viveu numa pobreza evidente, sempre crivado de dívidas aos fornecedores dos materiais necessários ao seu trabalho. Tentou por várias vezes, mas em vão, que o Estado francês lhe comprasse quadros e concorreu a projetos públicos. O reconhecimento que teve foi a estima dos pares. Viveu toda a vida adulta em Paris e não fez viagens. Foi um pintor urbano (ao contrário dos impressionistas seus contemporâneos) mas a fantasia levou-o a paragens longínquas e exóticas: a pintura da selva luxuriante é uma das suas imagens de marca. Póvoa de Varzim 2016 (5/5)

Découvertes Gallimard
2ª edição 2016

Berthe Morisot (M. Orsay, 2019)

Grande retrospetiva de uma pintora impressionista, reconhecida pelos seus contemporâneos, que não quis pintar as mesmas coisas que os seus colegas homens. Como estes, pintou sobretudo mulheres, mas interessou-se também pela moda e pela toilette, pela vida privada e feminina das mulheres. Paris 09.2019 Musée d'Orsay 3,5/5

Turner & Constable (Tate Britain, 2025)

Turner & Constable (2025) Londres 1.12.2025 Tate Britain