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Blithe Spirit (1945)

Filme de David Lean
Noël Coward
Paris 12.2023 Cinémathèque 3/5

NOEL COWARD em Portugal

 PRIVATE LIVES (1930)


Manuela Sotto, Teatro Avenida, Anos 40

Carlos Quevedo, Teatro Maria Matos, 1985, com Graça Lobo, Helena Isabel, Filipe Ferrer, Paulo de Carvalho e Cláudia Cadima, tradução de Miguel Esteves Cardoso

Livrinhos do Teatro, tradução de Miguel Esteves Cardoso

Vidas Íntimas, encenação de Jorge Silva Melo, 2019, tradução de Miguel Esteves Cardoso, com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso PRODUÇÃO: Artistas Unidos Coprodução Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém.

The Vortex (Noël Coward, 1924)

Fabulosa peça de Noël Coward. Porque será que raramente a vemos nos teatros? O playboy de Florence Lancaster seduz a noiva de Nicky Lancaster: a traição de mãe e filho pelos companheiros do momento leva a um confronto violento entre os dois e à revelação das angústias que os consumiam desde sempre. Elenco notável encabeçado pela grande Margaret Leighton: Richard Warwick, Jennifer Daniel, Alan Melville, Barry Justice, Felicity Gibson, Nancie Jackson, David McKail e Patricia Mort. Melun 2021 TV 4/5

Relative Values (Noel Coward, 1951)

 
RELATIVE VALUES (Eric Styles, 2000)
DVDTECA

REALIZAÇÃO: Eric Styles ARGUMENTO: Adaptação da peça de Noel Coward (1951) PRODUÇÃO: Christopher Milburn // Starz Encore Entertainment ELENCO: Julie Andrews, Edward Atterton, William Baldwin, Colin Firth, Stephen Fry, Sophie Thompson, Jeanne Tripplehorn FOTO: Jimmy Dibling MÚSICA: John Debney FILMAGENS: Isle of Man ESTREIA: 20.06.2000 (UK) VISTO: VC 2022 DVDTECA

Easy Virtue (Stephan Elliott, 2008)

 
Easy Virtue (Stephan Elliott, 2008)
Vi este filme porque se trata de uma adaptação da famosa peça de Noël Coward, dramaturgo de que gosto bastante mas nunca tenho oportunidade de ver nos teatros. Easy Virtue trata de um tema bastante abordado nos anos 1920 (por exemplo em Henry James e Edith Wharton): o choque entre a cultura americana e a cultura europeia, que se revela nos valores morais tanto quanto nos culturais. Um jovem britânico, herdeiro de uma grande propriedade e de um título nobre, casa-se com uma vamp americana, viúva, corredora de automóveis. O filme começa com a apresentação da mulher à família aristocrática do marido, família parada no tempo e preconceituosa. O encanto de tudo isto está nos diálogos cheios de verve e no trabalho de alguns atores. Mas no geral o filme é fraco, porque nem a adaptação nem a realização conseguem revelar todas as qualidades da obra de Coward. Vila do Conde 08.2017: 2,5/5

Noël Coward (1992)

 
Biografia de Clive Fisher (1992)
Noel Coward foi um talento multifacetado que marcou a cultura britânica na primeira metade do século XX. Começou como ator-criança nos tempos da primeira grande guerra e afirmou-se como dramaturgo na década seguinte, conquistando o West End londrino e a Broadway com peças espirituosas, algumas representadas até hoje. Na década de 40 marcou o cinema britânico em associação com o jovem David Lean, assinando obras como In Which We Serve e Brief Encounter. Depois da guerra reinventou-se como artista de cabaret, encarnando as canções que foi criando ao longo dos anos. O cancioneiro de Coward quase não é explorado nesta biografia. No entanto, ele é o único nome que conheço da canção britânica anterior aos Beatles e isso é qualquer coisa. Foi um homem que sempre quis ser famoso para fugir à classe média baixa de onde provinha e conseguiu-o logo desde a juventude. VC 02.2015: 4/5

Vidas Íntimas (PV, 2020)

 
Private Lives (Noël Coward, 1930)
A comédie de boulevard gosta muito de abrir a porta de casa de um casal (sem filhos), entrar e depois condensar numa intriga o que lá se passa, com pormenores mais ou menos picantes, sempre num tom ligeiro, nunca trágico. Noël Coward não esteve por menos, elegeu dois casais e expôs-lhes as Vidas Íntimas (Private Lives), que até hoje encantam os espectadores que vão teatro. Dentro do género, parece-me que Feydeau é bem superior, mas gostei muito de ter visto esta produção dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, tradução de Miguel Esteves Cardoso, e interpretação de Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz. Conheço razoavelmente bem Coward, por ter lido uma biografia, pelas canções e sobretudo pelo cinema (ele foi ator, realizador e autor), mas nunca tinha visto uma peça sua num palco. Como Terence Rattingan, ele raramente é representado fora da terra natal (um dos principais teatros do West End tem o seu nome). Póvoa de Varzim 04.01.2020 Cine-Teatro Garrett 4/5

VIDAS ÍNTIMAS. Tradução: Miguel Esteves Cardoso INTÉRPRETES: Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso; 
ENCENAÇÃO: Jorge Silva Melo; PRODUÇÃO: Artistas Unidos Coprodução Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém.
Cenografia: Rita Lopes Alves e José Manuel Reis; Figurinos: Rita Lopes Alves; Som: André Pires; Luz: Pedro Domingos; Assistência de Encenação: Nuno Gonçalo Rodrigues.
ESTREIA: Vila Real, Teatro Municipal, 31.10.2019

Jorge Silva Melo, sobre  espetaculo na Póvoa de Varzim:
"Na maior parte dos sítios é um encanto e um prazer voltar a ver pessoas. Na Póvoa do Varzim tive um encontro com espectadores uma hora antes do espetáculo e estavam oitenta a cem pessoas na conversa, pessoas que já tinham visto os nossos espetáculos, eram amigos. Em Viana do Castelo também tivemos um encontro com os espectadores depois do espetáculo. A Santarém e a Torres Vedras, por exemplo, nunca tínhamos ido." (Diário de Notícias, 4.03.2020)

O Amor é Tão Simples (1939)

 
Uma das melhores peças de Noël Coward (Present Laughter, 1939) em boa hora representada em Portugal. Mesmo em França raramente se vê uma peça deste autor nos palcos. O protagonista (Diogo Infante) é uma celebridade do mundo do teatro, permanentemente assediado pelas mulheres, que transformam a sua vida num rodopio sem fim. Apetece dizer que já não se fazem comédias inteligentes como esta. Brilhante. Lisboa, março de 2022 Teatro da Trindade 4/5

Will Eisner (Michael Schumacher, 2010)

Will Eisner (2010) Autor: Michael Schumacher Bloomsbury 2010 Hardcover BIBLIOTECA F