Terror e Miséria do III Reich (1938)

A OBRA
TÍTULO: Furcht und Elend des Dritten Reiches (original, em alemão) Grand-peur et misère du IIIe Reich AUTOR: Bertolt Brecht, em colaboração com Margarete Steffin CRIAÇÃO: Paris 05.1938, encenação de Slatan Dudow, com Helene Weigel

O ESPETÁCULO (T. Odéon, 2025)
GRAND-PEUR ET MISÈRE AU III REICH

ENCENAÇÃO: Julie Duclos  INTÉRPRETES: Rosa-Victoire Boutterin, Daniel Delabesse, Philippe Duclos, Pauline Huruguen, Yohan Lopez, Stéphanie Marc, Mexianu Medenou, Barthélémy Meridjen, Étienne Toqué, Myrthe Vermeulen VISTO: Paris 26.01.2025 Théâtre de l'Odéon 

Em Portugal:
O Terror e a Miséria do III Reich, Cornucópia enc. Luís Miguel Cintra 1974

Nicolai ERDMAN

Moscovo 1970

O ESPETÁCULO (Comédie-Française, 2025)

LE SUICIDÉ (2024)


LE MALADE IMAGINAIRE (1673)

A OBRA

AUTOR: Molière GÉNERO: Comédie-ballet em três actos, em prosa CRIAÇÃO: Paris, Palais-Royal, 10.02.1673 Troupe du Roi, musique de scène composée par Marc-Antoine Charpentier et des ballets réglés par Pierre Beauchamp

O ESPETÁCULO (TNO, 2025)

ENCENAÇÃO: Olivier Bruaux INTÉRPRETES: Jean-Luc Jeener (Argan), Serge Archimbaud, Pierre Bès de Berc, Olivier Bruaux, Catherine Creux, Daniela d'Aria, Jean-Luc Jeener, Bernard Lefebvre, Fabrice Michal, Allen Nicolae, Gwenoline Piccolo, Marie Poujoulat, Adèle Raguel, Anne Ségolène, Emily Vega Beron VISTO: Paris 18.01.2025 TNO

Françoise SAGAN

AIMEZ-VOUS BRAHMS...
AUTOR: Françoise Sagan, adaptação para teatro do romance homónimo, por Nicole Gros ENCENAÇÃO: Nicole Gros INTÉRPRETES: Muriel Adam, Guillaume Millet, Pascal Perraudin, Rosa Ruiz VISTO: Paris 12.01.2025 Théâtre du Nord-Ouest


POUR UN OUI OU POUR UN NON (2025)

TÍTULO: Pour un oui ou pour un non AUTOR: Nathalie Sarraute CRIAÇÃO: 1986 (encenada), 1982 (publicada na Gallimard), 1981 (peça radiofónica) PERSONAGENS: Três amigos

Acho que é a primeira vez que tenho contacto com um texto de Nathalie Sarraute, um dos expoentes do Nouveau Roman dos anos 50.  Pour un oui ou pour un non é uma peça de teatro sobre as palavras, um tema de eleição daquela corrente literária. Duas amigas de longa data digladiam-se a propósito de palavras que foram ditas há muito entre elas e que se tornaram coisas, obstáculos, armas disponíveis para manter feridas abertas. Um grande momento de teatro da palavra. 
Encenação de Jacques Bondoux, interpretação de Mireille Carozzi, Catherine Chauvière, Edith Garraud (em 2025).
Paris 4.2015 Théâtre du Nord-Ouest 4/5
Paris 12.01.2025 Théâtre du Nord-Ouest 4/5

ANTÍGONA (441 a.C.)

TÍTULO: Antígona CRIAÇÃO: 441 a. C. AUTOR: Sófocles GÉNERO: Tragédia PERSONAGENS: Antígona, Ismena (irmã de Antígona), Creon (rei de Tebas), Tirésias (adivinho), Hemon (filho de Creon), Eurídice (mulher de Creon),

ANIGONE (2025)
Bastam quatro bons atores com umas túnicas e vestidos sóbrios, e umas luzes competentes, para dar vida a um texto imortal, que nos atinge hoje como certamente atingia os gregos de 441 a.C.. Os atores parecem degustar as palavras de Sófocles antes de as oferecer, com uma dicção perfeita, ao público. Antígona morre a meio da peça e a queda de Créon, com que termina a peça, é o efeito dessa morte. Créon está assim no centro da trama e o que assistimos é ao seu exercício de poder absoluto, cego e nada humanista, com a consequente punição pelos deuses. Encenado por Jean-Luc Jeener, interpretado por Richard Feriot, Romain Héricotte, Laetitia Hernot, Selma Noret-Terraz (em 2017) e Julia Beauquesne, Richard Fériot, Fanny Heurguier e Yves Jouffroy (em 2025).
Paris 09.2017 Théâtre du Nord Ouest
Paris 12.01.2025 Théâtre du Nord Ouest
NOTA: 4/5

The Jungle (2017)

The Jungle foi escrita por Joe Robertson e Joe Murphy e encenada por Stephen Daldry e Justin Martin. Foi criada em dezembro de 2017 pela Good Chance Theatre Company no teatro londrino Young Vic, tendo passado para o Playhouse (West End) onde acabei por a ver. O teatro Playhouse, clássico de dourados e veludos, foi revestido a plásticos e panos e transformado no restaurante do campo de refugiados de Calais. São os refugiados e os voluntários ingleses no campo os personagens principais de uma história bem real sobre a sobrevivência num local de passagem que alguns tentam tornar a sua casa. Há momentos de alegria e confraternização entre todos, mas predominam os momentos de desespero e incerteza, de tragédia mesmo. Uma das peças mais urgentes e importantes do ano. Londres 08.2018 3,5/5

La Gloire de Mon Père (M. Pagnol, 1976)

La Gloire de Mon Père (M. Pagnol, 1976) Presses Pocket 1986 Leitura, agosto de 2026 "ce n'est pas de moi que je parle,  mais de l...