TÍTULO: Antígona CRIAÇÃO: 441 a. C. AUTOR: Sófocles GÉNERO: Tragédia PERSONAGENS: Antígona, Ismena (irmã de Antígona), Creon (rei de Tebas), Tirésias (adivinho), Hemon (filho de Creon), Eurídice (mulher de Creon),
ANIGONE (2025)
Bastam quatro bons atores com umas túnicas e vestidos sóbrios, e umas luzes competentes, para dar vida a um texto imortal, que nos atinge hoje como certamente atingia os gregos de 441 a.C.. Os atores parecem degustar as palavras de Sófocles antes de as oferecer, com uma dicção perfeita, ao público. Antígona morre a meio da peça e a queda de Créon, com que termina a peça, é o efeito dessa morte. Créon está assim no centro da trama e o que assistimos é ao seu exercício de poder absoluto, cego e nada humanista, com a consequente punição pelos deuses. Encenado por Jean-Luc Jeener, interpretado por Richard Feriot, Romain Héricotte, Laetitia Hernot, Selma Noret-Terraz (em 2017) e Julia Beauquesne, Richard Fériot, Fanny Heurguier e Yves Jouffroy (em 2025).
Paris 09.2017 Théâtre du Nord Ouest
Paris 12.01.2025 Théâtre du Nord Ouest
NOTA: 4/5
