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THE LITTLE FOXES

The Little Foxes (William Wyler, 1941)
The Little Foxes (em Portugal recebeu o título de Raposa Matreira), de William Wyler, um dos cumes da carreira de Bette Davis. Adaptação de uma peça de Lillian Helman, estreada em 1939 na Broadway com Tallulah Bankead (uma ano de representações).Terceira e última colaboração (sempre intempestiva, sempre produtiva) entre Wyler e Davis. A Warner emprestou Davis a Samuel Goldwin para este filme (em troca de Gary Cooper que filmou para a Warner) e o resultado foi um clássico sempre revisitado. Gregg Toland assinou a fotografia. Cinemateca Francesa 2013 (4/5)

OUR TOWN

Our Town (Sam Wood, 1940)
Our Town não envelheceu bem, para um filme que foi nomeado para 5 Oscars: melhor filme, score (Aaron Copland), atriz principal  (Martha Scott) e som. Talvez por adaptar de forma demasiado fiel a peça de Thornton Wilder, muito apreciada na época (mas que também desapareceu um pouco dos palcos). Trata de um tema caro aos americanos, o elogio do seu modo de vida, dos seus valores, do apego à terra e à família. Sobre a vida ideal nas pequenas cidades, aquelas em que o espírito americano melhor se exprime. Com William Holden e Martha Scott. Vila do Conde 12.2019 (2/5)

Blithe Spirit (1945)

Filme de David Lean
Noël Coward
Paris 12.2023 Cinémathèque 3/5

La Voix humaine (1930)

La Voix humaine (1930) é uma famosa peça de Jean Cocteau, que teve adaptações célebres para o cinema e para a ópera. 
Roberto Rossellini adaptou-a com o título "Una Voce Humana", com a grande Anna Magnani, que protagonizou também a curta-metragem "Il miracolo". Estes dois filmes foram estreados e são apresentados em conjunto com o título L'Amore (1948).
O ópera La voix humaine (1958) é de Francis Poulenc e foi criada no ano seguinte na Opéra-Comique em Paris, com Denise Duval na protagonista e Georges Prête como maestro.
Vi a boa produção do Théâtre du Nord-Ouest, encenada por Bernard Sinclair, com Elieser Mellul, um ator a interpretar a personagem criada para uma mulher. Paris 2013 Théâtre du Nord-Ouest 3/5

Anna Magnani (Uma voce umana, 1948)

L'Amore (1948)
Cinemateque Francesa (2008) e TV
8/10
Denise Duval

LE VOYAGEUR SANS BAGGAGE (1937)

 
Cinema: Le Voyageur sans bagage
(Jean Anouilh, 1944)
Le Voyageur sans bagage é uma peça famosa de Jean Anouilh, criada em 1937 pelo encenador Georges Pitoeff no Théâtre des Mathurins. Anouilh decidiu em boa hora fazer uma versão cinematográfica da peça em 1944 e saiu-se bem. Eu conhecia a peça, um clássico da dramaturgia francesa, e foi essa a razão que me levou a ver um filme de que nunca ouvira falar. Um ex-soldado amnésico, depois de algum tempo recolhido num asilo, toma conhecimento de uma família que vê nele um parente desaparecido na guerra. Mas o soldado descobre que no passado foi uma pessoa malquista por todos e resolve renegar o passado que lhe atribuem e que ele não reconhece e opta por ser adotado por um órfão. Como se vê, com uma história destas não se recusa nem ir ao teatro nem ao cinema. Produção da Éclair-Journal. Paris 10.2016 Le Desperado 3/5

Gas Light (Patrick Hamilton, 1938)

Gaslight (George Cukor, 1944)
REALIZADOR: George Cukor ARGUMENTO: John Van Druten Walter Reisch, John L. Balderston, basedo na peça Gas Light (Patrick Hamilton, 1938)  PRODUTOR: Arthur Hornblow Jr. (Metro-Goldwyn-Mayer) ELENCO: Charles Boyer, Ingrid Bergman, Joseph Cotten, May Whitty, Angela Lansbury FOTO: Joseph Ruttenberg MÚSICA: Bronisław Kaper PALMARÉS: Ingrid Bergman recebeu o Oscar, o Golden Globe e NBR. Nos Oscars foi nomeado para melhor filme, melhor argumento, melhor ator (Charles Boyer) e atriz secundária (Angela Landsbury).
ESTREIA: 4.05.1944 (EUA) 26.03.1946 MEIA LUZ (Portugal)   REVISTO: Paris 6.10.2024 Cinémathèque 

Le parfum des fleurs la nuit (Leïla Slimani, 2021)

Leïla Slimani é convidada a passar uma noite num museu de Veneza, num tête-à-tête com obras contemporâneas. Até se dar esse encontro inusita...