Predator (P. Cornwell, 2005)

Predator (2005)
Patricia Cornwell
14° romance da série Kay Scarpetta
Le Livre de Poche

1st edition cover

The Evidence of Things Not Seen (1985)



Ensaio de James Baldwin 



Folle Amanda (1971)

DVD Au Coeur du Théâtre

Éternel Tintoret (2026)


As obras apresentadas:

La chute de Phaeon, 1541.1542, M. Modena
Orphée implorant Pluton 1541.1542 M. Modena
Noli me tangere, 1585.1590, Paris
L'adoration des Bergers c.1555, Paris
La création des animaux 1550.1553, Veneza
Le miracle de Saint Augustin 1549.1550 Vicence
Danae 1578, M. Lyon
Suzanne et les vieillards 1555.1556 M. Viena
Leda et le cygne 1578, M. Florence
Saint Jérôme 1557.1558, France
Sainte Catherine d'Alexandrie et un ange 1557.1570 (col. particulier David Bowie)
Le Péché originel, de Paul Baudry 1853, M. La Roche-sur-Yon
L'Adoration des Bergers, gravura de Vivant Denon c. 1790, Paris BNF
Le Miracle de l'esclave, cópia de Félix Ziem 1850-1855, M. Petit Palais
La d'exploration du Christ c.1556, M. Nancy
La Descente de Croix 1575.1580, M. Strasbourg
La Descente de Croix 1556.1558, M. Caen
Crucifixion, de E. Delacroix 1835, M. Vannes
La Sainte Trinité c.1565, M. Turin
La Tentation de Saint Antoine, de Cezanne c.1570, M. Zurich
Portrait de Tintoret, par Tintoret,  de E. Manet 1854, M. Dijon
Autoportrait c.1588, M. Louvre
Arétin chez le Tintoret, de Ingres 1848, NY: Met

London Calling (Barry Miles, 2010)


Ici Londres! Une histoire de l'underground londonien depuis 1945
Rivagesrouge poche 2014
BIBLIOTECA F

London Calling. A Countercultural history of London since 1945,
de Barry Miles
Atlantic 2011
NT

Sartre, un penseur pour le XXIe siècle (2005)

Sartre, un penseur pour le XXIe siècle (2005)
d'Annie Cohen-Solal
Éditions Gallimard collection «Découvertes» 2005
BIBLIOTECA F

L'étoffe du diable (M. Pastoreau, 1991)

L'étoffe du diable (M. Pastoreau, 1991)
Éditions du Seuil 2003
BIBLIOTECA F 

NT

Portugal, Madère, Açores (1982?)

 
Portugal, Madère, Açores (1982?)
Autor: Darwin Porter
Tradução de Christiane Vicq
Adaptação de Alex Vicq
MA guides édition 1982/83


Portugal (1961)

PORTUGAL (1961)
de Franz Villier
Éditions du Seuil Série Petite Planète 1961
BIBLIOTECA P


Nesta obra francesa de divulgação sobre Portugal, uma breve menção à Póvoa de Varzim aparece no capítulo intitulado Os Pescadores (sim, em português). Num parágrafo curto, Franz Villier refere Matosinhos como sendo a localidade mais rica do país e depois de falar da Póvoa, passa a Viana, que merece ainda menos palavras pois o autor não não conseguiu alojamento na cidade. Sobre a Póvoa escreve: 

"Autre port: Povoa de Varzin, avec encore un casino mais aussi de 4 à 5 000 pêcheurs, à tricot de laine blanche avec des ancres, des croix, des poissons brodés. Ici les propriétaires des barques sont aussi rois et font régner la moralité. Les ivrognes et les débauchés n'auront pas droit à l'honneur de la pêche, à moins que par chance, le propriétaire ne le soit aussi."

Will Eisner (Michael Schumacher, 2010)

Will Eisner (2010)
Autor: Michael Schumacher
Bloomsbury 2010
Hardcover
BIBLIOTECA F

Debout dans tes reves (Taïa, 2026)

Debout dans tes reves (Taïa, 2026)
Romance de Abdellah Taïa
Julliard 2026
Leitura, setembro de 2026

René Lalique (2007)

René Lalique Inventeur du bijou moderne
Yvonne Brunhammer
Découvertes Gallimard
Hors Série 2007
BIBLIOTECA Arte

Dora Bruder (Modiano, 1997)

Dora Bruder (1997)
Romance de Patrick Modiano
Folio 2019
BIBLIOTECA
Leitura 1990s

Maurice Denis (L'Évêque, 2006)

Maurice Denis (2006)
Ensaio de Jean-Jacques L'Évêque
ACR Edition
PocheCouleur 2006
BIBLIOTECA Arte

Hester Lilly (Elizabeth Taylor, 1954)

Hester Lilly (1954)
Rivages Poches 2009
BIBLIOTECA

Claude Lévi-Strauss L'homme au regard éloigné (2009)

 
Uma excelente biografia e ao mesmo tempo uma introdução ao pensamento de um dos grandes intelectuais do século passado, Claude Lévi-Strauss (Strasbourg 1908-Paris 2009). Começou por estudar Filosofia, foi professor de liceu e depois de um convite para integrar a Universidade de São Paulo, abraçou a Antropologia. Com a segunda guerra mundial, foi para Nova Iorque onde fez o doutoramento sobre as estruturas de parentesco. Regressado a França, teve o seu trabalho cada vez mais reconhecido, inclusive no estrangeiro (foi convidado a discursar na ONU) mas o reconhecimento institucional tardou. Entrou no Collège de France (1959), na Académie Française (1973), criou a revista L'Homme (1961). O estruturalismo, que ele renovou no estudo das sociedades e dos mitos, abalou o papel dominante do existencialismo nos anos 50/60. A sua obra, especializada e académica, é também uma reflexão sobre o Homem e o seu papel e lugar na Natureza. Vila do Conde 07.2016: 5/5

Claude Lévi-Strauss (Denis Bertholet, 2003)

Claude Lévi-Strauss (2003)   
Ensaio de Denis Bertholet 
Odile Jacob Poches 2003
BIBLIOTECA

Barcelona (1992)

BARCELONA (1992)


Dentro de semanas vou passar por Barcelona, uma cidade de que gosto cada vez mais. Veio mesmo a calhar ter encontrado nos últimos dias estes três livrinhos sobre a cidade. Já li entretanto Barcelone la passion de la liberté (1992), da coleção Découvertes Gallimard, e é uma ótima síntese da história da cidade. Le goût de Barcelone é uma pequenina antologia de textos (sobretudo literários). E Le désir de mémoire é uma longa entrevista de Montalbán, um dos meus dois escritores preferidos da cidade (o outro é Juan Marsé).
(2001)
(1997)

Lutèce. Paris Ville Romaine (1997)

Lutèce. Paris Ville Romaine (1997)
Autor: Philippe de Carbonnières 
Découvertes Gallimard n° 330, ed. 2001
BIBLIOTECA F

Images du Grand Siècle (2016)

Images du Grand Siècle
L'estampe française au temps de Louis XIV, 1660-1715

Gosto de exposições temporárias não muito extensas que me permitem passar pelo menos duas horas mergulhado num trabalho concebido por especialistas sobre obras de arte quase sempre do passado. Desde que li um livro sobre a estampa no século XVIII passei a olhar para as gravuras, estampas e desenhos com outro interesse. 
Esta exposição é constituída por estampas parisienses da coleção da Biblioteca Nacional de França. Apesar destas limitações, é uma excelente exposição. A França torna-se no principal produtor de estampas e gravuras no final do século XVII. O reinado de Louis XIV é a idade de Ouro da gravura francesa. E foram as políticas oficiais que valorizaram as belas artes e as artes decorativas como símbolos do gosto francês.  A parte de que mais gostei foi a das estampas feitas a partir de grandes obras de antigos e contemporâneos. Há artistas que ficaram célebres pelas gravuras que fizeram a partir de grandes obras, como Jean Pesne com as obras de Poussin. Também Etienne Baudet fez muitas gravuras a partir de Poussin, que conheceu em Roma.

Poussin interpretado por Etienne Baudet

Outros exemplos que vi e admirei na exposição. La Sainte Famille de Jesus, c.1677, obra-prima de Gérard Edelinck a partir do quadro homônimo de Rafael; obras de Gaspard Duchange (1662-1757) ilustre gravador de história; Gilles Rousselet (1610-1686) gravou as suas melhores obras a partir de quadros de Guido Reni sobre a história de Hércules; Girard Audran (1640-1703), grande gravador da escola francesa, gravou estampas monumentais a partir das Batailles d'Alexandre, de Charles Le Brun, primeiro pintor do rei; Sébastien Leclerc (1637-1714) obteve imenso sucesso com as gravuras a partir de tapeçarias de Le Brun para as fábricas Gobelins; François de Poilly (1623-1693) gravou muito Philippe de Champanhe.
Hércules de Guido Reni interpretado por Rousselet

Outras partes interessantes da exposição: a gravura religiosa (a mais importante), as cenas de gênero, como as moralidades de Nicolas Guérard (1648-1719, publicou uma centena de pranchas de moralidades) e as gravuras de moda, nas quais se especializou a dinastia Bonnard. Paris 2016 BNF 5/5

Marina Tsvetaeva, Comment ça va la vie? (2002)

Marina Tsvetaeva, Comment ça va la vie?
Ensaio de Linda Lê
Ed. Jean-Michel Place-poésie 2002
BIBLIOTECA
Leituras 2024

Marina Tsvetaeva. L'éternelle insurgée

Marina Tsvetaeva, eterna rebelde.
Adoro ler biografias. Geralmente leio biografias pouco extensas, para ficar com uma ideia do que foi a vida de determinada personalidade histórica que me interessa por algum motivo, e raras vezes leio biografias-calhamaços, que esmiúçam o mínimo suspiro do biografado. Mas devo dizer que quando li destas biografias de longo fôlego acabei por gostar muito. Lembro-me, por exemplo, do caso de Jean Giraudoux que, não fosse a ambição do biógrafo, não tinha conhecido o papel que o grande dramaturgo francês teve na instrução do exército português no durante a primeira guerra mundial e os escritos que deixou sobre essa experiência. Lembro-me também da leitura de Glória, a genial biografia que Vasco Pulido Valente escreveu sobre a ascensão e a queda de um político português do século XIX. Neste caso, todos os louros vão para o biógrafo. Geralmente um biógrafo não é um grande escritor ou mesmo ensaísta. Há o caso célebre de Stefan Zweig, excelente romancista que foi igualmente um autor de biografias que ainda hoje são reeditadas. E houve também Henri Troyat, grande biógrafo e bom romancista popular, mas de qualidade (foi membro da Académie Française e ganhou o Goncourt por L'Araigne, em 1938). Penso, aliás, que a sua obra romanesca já está a ser esquecida, mas as suas biografias podem ler-se com proveito. Tendo nascido em Moscovo em 1911, Troyat passou quase toda a sua em vida em França. Escreveu sobretudo biografias de escritores russos e franceses. Já tinha lido há uns anos a biografia de Tourgueniev e haja saúde hei-de ler as biografias que ele dedicou aos grandes escritores russos do século XIX.




Tanto paleio introdutório para falar da biografia que acabei de ler há duas semanas e que, por me ter impressionado tanto, não consegui escrever mais cedo umas palavras sobre. 
Marina Tsvetaeva, l'eternelle insurgée, intitulou assim Henri Troyat a biografia que escreveu nos anos 90 sobre a célebre poetisa russa. Marina Tsvetaeva (1894-1941) pertencia à elite intelectual da Rússia de fins do século XIX, pois o pai dirigiu e chegou a fundar um museu de belas artes em 1912, cuja inauguração teve a presença do Tsar. Marina, até ao tempo da Revolução soviética, gozou de uma boa situação material, o que assegurou a sua independência em todos os domínios. Teve uma educação (línguas, música) esmerada e desenvolveu uma personalidade apaixonada e com agudo espírito crítico. Antes da maioridade, viajou sozinha até Paris, o que me deixou perplexo, pois ainda hoje muitas mulheres adultas não se atrevem a fazer uma viagem sozinhas digamos, ao Brasil. Casou-se cedo com Serge Efron e nunca desfez o casamento, apesar das suas ardentes paixões epistolares e não apenas epistolares com promissores (ou consagrados) poetas. Teve uma filha em 1912, ano em que casou. A poesia de Marina foi reconhecida logo ao primeiro livro publicado, Album du soir, em 1910. Nesse ano, ela e a irmã viajaram sozinhas para estarem presentes no enterro nacional de Tolstoi, na datcha Iasnaia Poliana do grande Leão. Para além de Tolstoi, Puchkine e Gogol foram outras referências marcantes na vida espiritual de Marina.
Marina, nesses anos preparatórios da Revolução, vai brilhar no meio literário russo, participando em muitas sessões de leitura de poesia e conhecendo quase todos os grandes nomes desse período excepcional da cultura russa. Mas chega a Revolução e tudo se desfaz. O marido junta-se aos Brancos, que lutam contra os bolcheviques, Marina fica em Moscovo, um tanto indiferente ao que se passava à sua volta. No entanto, não só Marina assiste ao desaparecimento (físico) de grandes nomes da cultura russa com o governo dos bolcheviques, como todo a sua segurança material desaparece, pois os bens e o dinheiro passam agora todo para o Estado soviético. Vivendo uma situação cada vez mais insustentável, pede e consegue autorização oficial para sair do país.
Começa o exílio em 1922, primeiro em Praga, depois em Paris (1925), onde ficará durante quase 20 anos. O relato da sua vida na comunidade russa parisiense nos anos 20 e 30 é a parte mais impressionante do livro, talvez só sendo superada pelo período final na Rússia que a levou ao suicídio.
Em Paris, tal como a maioria dos russos imigrados, Marina vive fechada na comunidade, que tem uma imprensa e uma vida cultural notável mas pouco permeável à vida francesa. Marina leva esse padrão à caricatura. Apesar de dominar a língua francesa, praticamente só lê em russo e não tem relações com franceses, apesar da sua fama de grande poetisa russa (e do prestígio poético dos russos, tendo Ivan Bounine recebido o prémio Nobel em 1933). Marina apenas sonha com a sua Rússia, apesar de quase todas as notícias que de lá chegam serem desapontantes.
Entretanto, o seu marido evolui politicamente, passando pouco a pouco para o lado dos bolcheviques, chegando mesmo a participar no recrutamento de russos emigrados que quisessem regressar à União Soviética. Começa a nascer e a crescer com força em Serge Efron e na filha deles Ariadna o projeto de regresso à Rússia. Marina é muito céptica, e afirma mesmo que na Rússia soviética será impedida de escrever.
O isolamento da família de Marina em Paris é cada vez mais uma realidade e as posições políticas que os russos de Paris lêem nos poemas e noutros escritos de Marina afastam-na de quase todos. Durante toda a estadia em Paris (que Marina sempre viveu como passageira) Marina viveu de forma absolutamente miserável, muitas vezes vivendo da solidariedade material dos poucos amigos e admiradores que lhe restavam.
Com a guerra entre a Alemanha (que Marina adorava, e cuja língua e literatura conhecia bem) e a Rússia, Marina resolve partir para a terra natal, para onde já tinham ido aliás o marido e a filha. Marina chega à Rússia em plena guerra e tudo corre mal: o marido e depois a filha são levados pela polícia e Marina deixa de ter notícias deles (ele é fuzilado em 1941, a filha será reabilitada em 1955), e ela vive no terror de ter o mesmo destino juntamente com o filho mais novo. O clima de suspeição e medo abafa tudo à sua volta e em breve, com o bombardeamento de Moscovo, exila-se no campo com o filho. Mas nos primeiros dias da sua instalação num cabana miserável, decide que o melhor será não insistir em viver e mata-se.
Henri Troyat não precisa de forçar o pathos pois os acontecimentos vividos por Marina Tsvetaeva são de tal modo eloquentes que a sua simples enumeração produz no (neste) leitor uma angústia derivada da antevisão do desenlace final.
Podemos ler uma boa biografia, e de razoável extensão, e no entanto permanece o mistério do sentido da vida do biografado. É o que acontece com Marina Tsvetaeva, l'eternelle insurgée. As interpretações que Troyat vai tecendo sobre a ação e a obra de Matina são justas e inteligentes, mesmo assim, ficamos perplexos perante o destino desta mulher e da sua família.
Marina Tsvetaeva, l'eternelle insurgée: uma leitura marcante para abrir o ano. Paris 02.2014 (5/5)
Moscovo 1892 - Yalabuga 1941

Turner. L'incendie de la peinture (2004)

Turner. L'incendie de la peinture (2004)
Olivier Meslay
Découvertes Gallimard n° 459
BIBLIOTECA F

Vivre de mes reves (Tchekhov)


Contes de toute la vie (Anton Tchékhov, 1959)



Contes de toute la vie – Anton Tchékhov, édition Club des libraires

Contes de toute la vie, texte français Edouard Paleyre et Jean Pérus, H. Juin éd., Club des Libraires de France, Paris,1959
Traduction d'Edouard Parayre et de Jean Pérus. Edition établie par Hubert Juin comprenant douzes contes précédés d'

L'adolescence du perroquet (A. Nothomb, 2026)

Albin Michel 2026
Amélie Nothomb
Leitura, setembro de 2026


Ouvrir l'album du monde (2023)

Ouvrir l'album du monde (2023)
Paris 2023 Musée du Quai Branly 4/5
&
Songlines. Chant des pistes du désert australien (2023)

The Ladies of Missalonghi (Colleen McCullough, 1987)

Nos anos 80, Colleen McCullough era uma escritora famosa em todo o mundo, assim como em Portugal (publicada pela Difel). Duas amigas minhas na altura leram vários livros dela mas eu não me interessava por uma literatura que suspeitava estar próxima da narrativa telenovelesca. E essa intuição tinha a sua razão de ser. Li agora As Senhoras de Missalonghi (1987), que conta a história de três mulheres que vivem sozinhas numa casa velha, numa pobreza evidente. Mas a sua condição é consequência de uma sociedade (Austrália, na primeira metade do século XX) que subordina as mulheres aos homens. Numa pequena povoação chamada Byron, fundada por um Hurlingford, quase tudo pertence a esta família, mas todos os negócios e heranças ficam com os filhos varões e as mulheres recebem casas e não são incentivadas a trabalhar. As viúvas e as solteiras caem facilmente na pobreza. Missy é uma dessas solteironas que não tem perspetivas de vir a melhorar a sua condição. Mas como acontece nas narrativas cor de rosa típicas, Missy vai passar de patinho feio da família a mulher independente e rica, que terá nas mãos o destino das fortunas dos parentes Hurlingford. A parte final do romance, com esta transformação radical da heroína, é uma decepção. Paris 2016: 3/5

Tim (Colleen McCullough, 1974

Desta vez li o livro (Tim, 1974) sem conhecer o filme, sem mesmo saber que o primeiro livro de Colleen Mccullough, além de ser um enorme sucesso, inspirou pelo menos dois filmes, o primeiro dos quais com o jovem Mel Gibson no papel do protagonista. O romance narra a história de amor entre uma solteirona rica, quarentona, e um jovem excecionalmente belo mas com um atraso mental que o afasta de uma vida normal. Protegido pelos pais e pela irmã, gozado pelos colegas de trabalho, lamentado pela sociedade, Tim encontra em Mary Horton alguém que pouco a pouco se torna a sua melhor amiga e a sua companheira para a vida. Leitura e história interessantes, embora tudo se encaixe de forma demasiado perfeita. As personagens são pouco complexas e as importunas são simplesmente afastadas para tornar o romance entre Tim e Mary idílico. Foi o romance mais próximo da chamada literatura cor de rosa que eu já li. Vou querer ver os filmes, pois a história e os atores (Pier Laurie & Mel Gibson, Candice Bergen & Tom McCarthy) prometem. Viagem Paris-Salvador 2017: 3,5/5

Le Diable amoureux (Jacques Cazotte, 1772)

Le Diable amoureux (Jacques Cazotte, 1772)
 Leitura, Março de 2023 
Paris ed. Librio 3/5

La Patte du Chat (Jacques Cazottte, 1741)

La Patte du Chat (Jacques Cazottte, 1741)
Rivages poche 2021
BIBLIOTECA

The Pious Pilgrimage. Le Jardin d'enfance (Elizabeth von Arnim)

The Pious Pilgrimage. Le Jardin d'enfance,
Elizabeth von Arnim
Bartillat 2016
BIBLIOTECA

Léon Tolstoï (Michel Aucouturier, 2010)

Léon Tolstoï (Michel Aucouturier, 2010)
Découvertes Gallimard nº 564 (2010)
BIBLIOTECA

Leitura 2023 Paris 4/5

Le cas David Zimmerman (Harari, 2024)

Le cas David Zimmerman (Harari, 2024) Romance gráfico de  Lucas Harari e Arthur Harari Ed. Sarbacane, 16.11.2024