Predator (P. Cornwell, 2005)
Éternel Tintoret (2026)
As obras apresentadas:
La chute de Phaeon, 1541.1542, M. Modena
Orphée implorant Pluton 1541.1542 M. Modena
Noli me tangere, 1585.1590, Paris
L'adoration des Bergers c.1555, Paris
La création des animaux 1550.1553, Veneza
Le miracle de Saint Augustin 1549.1550 Vicence
Danae 1578, M. Lyon
Suzanne et les vieillards 1555.1556 M. Viena
Leda et le cygne 1578, M. Florence
Saint Jérôme 1557.1558, France
Sainte Catherine d'Alexandrie et un ange 1557.1570 (col. particulier David Bowie)
Le Péché originel, de Paul Baudry 1853, M. La Roche-sur-Yon
L'Adoration des Bergers, gravura de Vivant Denon c. 1790, Paris BNF
Le Miracle de l'esclave, cópia de Félix Ziem 1850-1855, M. Petit Palais
La d'exploration du Christ c.1556, M. Nancy
La Descente de Croix 1575.1580, M. Strasbourg
La Descente de Croix 1556.1558, M. Caen
Crucifixion, de E. Delacroix 1835, M. Vannes
La Sainte Trinité c.1565, M. Turin
La Tentation de Saint Antoine, de Cezanne c.1570, M. Zurich
Portrait de Tintoret, par Tintoret, de E. Manet 1854, M. Dijon
Autoportrait c.1588, M. Louvre
Arétin chez le Tintoret, de Ingres 1848, NY: Met
London Calling (Barry Miles, 2010)
Sartre, un penseur pour le XXIe siècle (2005)
Portugal, Madère, Açores (1982?)
Autor: Darwin Porter
Tradução de Christiane Vicq
Adaptação de Alex Vicq
Portugal (1961)
René Lalique (2007)
Claude Lévi-Strauss L'homme au regard éloigné (2009)
Barcelona (1992)
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| BARCELONA (1992) |
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| (2001) |
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| (1997) |
Lutèce. Paris Ville Romaine (1997)
Images du Grand Siècle (2016)
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| Poussin interpretado por Etienne Baudet |
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| Hércules de Guido Reni interpretado por Rousselet |
Marina Tsvetaeva, Comment ça va la vie? (2002)
Marina Tsvetaeva. L'éternelle insurgée
Adoro ler biografias. Geralmente leio biografias pouco extensas, para ficar com uma ideia do que foi a vida de determinada personalidade histórica que me interessa por algum motivo, e raras vezes leio biografias-calhamaços, que esmiúçam o mínimo suspiro do biografado. Mas devo dizer que quando li destas biografias de longo fôlego acabei por gostar muito. Lembro-me, por exemplo, do caso de Jean Giraudoux que, não fosse a ambição do biógrafo, não tinha conhecido o papel que o grande dramaturgo francês teve na instrução do exército português no durante a primeira guerra mundial e os escritos que deixou sobre essa experiência. Lembro-me também da leitura de Glória, a genial biografia que Vasco Pulido Valente escreveu sobre a ascensão e a queda de um político português do século XIX. Neste caso, todos os louros vão para o biógrafo. Geralmente um biógrafo não é um grande escritor ou mesmo ensaísta. Há o caso célebre de Stefan Zweig, excelente romancista que foi igualmente um autor de biografias que ainda hoje são reeditadas. E houve também Henri Troyat, grande biógrafo e bom romancista popular, mas de qualidade (foi membro da Académie Française e ganhou o Goncourt por L'Araigne, em 1938). Penso, aliás, que a sua obra romanesca já está a ser esquecida, mas as suas biografias podem ler-se com proveito. Tendo nascido em Moscovo em 1911, Troyat passou quase toda a sua em vida em França. Escreveu sobretudo biografias de escritores russos e franceses. Já tinha lido há uns anos a biografia de Tourgueniev e haja saúde hei-de ler as biografias que ele dedicou aos grandes escritores russos do século XIX.
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Marina, nesses anos preparatórios da Revolução, vai brilhar no meio literário russo, participando em muitas sessões de leitura de poesia e conhecendo quase todos os grandes nomes desse período excepcional da cultura russa. Mas chega a Revolução e tudo se desfaz. O marido junta-se aos Brancos, que lutam contra os bolcheviques, Marina fica em Moscovo, um tanto indiferente ao que se passava à sua volta. No entanto, não só Marina assiste ao desaparecimento (físico) de grandes nomes da cultura russa com o governo dos bolcheviques, como todo a sua segurança material desaparece, pois os bens e o dinheiro passam agora todo para o Estado soviético. Vivendo uma situação cada vez mais insustentável, pede e consegue autorização oficial para sair do país.
Começa o exílio em 1922, primeiro em Praga, depois em Paris (1925), onde ficará durante quase 20 anos. O relato da sua vida na comunidade russa parisiense nos anos 20 e 30 é a parte mais impressionante do livro, talvez só sendo superada pelo período final na Rússia que a levou ao suicídio.
Em Paris, tal como a maioria dos russos imigrados, Marina vive fechada na comunidade, que tem uma imprensa e uma vida cultural notável mas pouco permeável à vida francesa. Marina leva esse padrão à caricatura. Apesar de dominar a língua francesa, praticamente só lê em russo e não tem relações com franceses, apesar da sua fama de grande poetisa russa (e do prestígio poético dos russos, tendo Ivan Bounine recebido o prémio Nobel em 1933). Marina apenas sonha com a sua Rússia, apesar de quase todas as notícias que de lá chegam serem desapontantes.
Entretanto, o seu marido evolui politicamente, passando pouco a pouco para o lado dos bolcheviques, chegando mesmo a participar no recrutamento de russos emigrados que quisessem regressar à União Soviética. Começa a nascer e a crescer com força em Serge Efron e na filha deles Ariadna o projeto de regresso à Rússia. Marina é muito céptica, e afirma mesmo que na Rússia soviética será impedida de escrever.
O isolamento da família de Marina em Paris é cada vez mais uma realidade e as posições políticas que os russos de Paris lêem nos poemas e noutros escritos de Marina afastam-na de quase todos. Durante toda a estadia em Paris (que Marina sempre viveu como passageira) Marina viveu de forma absolutamente miserável, muitas vezes vivendo da solidariedade material dos poucos amigos e admiradores que lhe restavam.
Com a guerra entre a Alemanha (que Marina adorava, e cuja língua e literatura conhecia bem) e a Rússia, Marina resolve partir para a terra natal, para onde já tinham ido aliás o marido e a filha. Marina chega à Rússia em plena guerra e tudo corre mal: o marido e depois a filha são levados pela polícia e Marina deixa de ter notícias deles (ele é fuzilado em 1941, a filha será reabilitada em 1955), e ela vive no terror de ter o mesmo destino juntamente com o filho mais novo. O clima de suspeição e medo abafa tudo à sua volta e em breve, com o bombardeamento de Moscovo, exila-se no campo com o filho. Mas nos primeiros dias da sua instalação num cabana miserável, decide que o melhor será não insistir em viver e mata-se.
Henri Troyat não precisa de forçar o pathos pois os acontecimentos vividos por Marina Tsvetaeva são de tal modo eloquentes que a sua simples enumeração produz no (neste) leitor uma angústia derivada da antevisão do desenlace final.
Podemos ler uma boa biografia, e de razoável extensão, e no entanto permanece o mistério do sentido da vida do biografado. É o que acontece com Marina Tsvetaeva, l'eternelle insurgée. As interpretações que Troyat vai tecendo sobre a ação e a obra de Matina são justas e inteligentes, mesmo assim, ficamos perplexos perante o destino desta mulher e da sua família.
Marina Tsvetaeva, l'eternelle insurgée: uma leitura marcante para abrir o ano. Paris 02.2014 (5/5)
Contes de toute la vie (Anton Tchékhov, 1959)
Contes de toute la vie – Anton Tchékhov, édition Club des libraires
Ouvrir l'album du monde (2023)
The Ladies of Missalonghi (Colleen McCullough, 1987)
Tim (Colleen McCullough, 1974
Léon Tolstoï (Michel Aucouturier, 2010)
Le cas David Zimmerman (Harari, 2024)
Le cas David Zimmerman (Harari, 2024) Romance gráfico de Lucas Harari e Arthur Harari Ed. Sarbacane, 16.11.2024
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Predator (2005) Patricia Cornwell 14° romance da série Kay Scarpetta Le Livre de Poche 1st edition cover
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BALLET EN TROIS ACTES | BALLET IN THREE ACTS d’après le roman de l’abbé Prévost L’Histoire du chevalier Des Grieux et de Manon Lescaut C...
































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