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Antoni Artaud. Un insurgé du corps (Évelyne Grossman, 2006)

Antoni Artaud. Un insurgé du corps,
Ensaio de Évelyne Grossman, 2006
Découvertes Gallimard nº 499, 2006
BIBLIOTECA

Henry Miller (Frédéric Jacques Temple, 1965)

Henry Miller (Frédéric Jacques Temple, 1965)
Ed. Buchet/Chastel 2004
Édition revue et actualiséeBIBLIOTECA

Virginia Woolf

VIRGINIA WOOLF
Autor: Monique Nathan
BIBLIOTECA

Carson McCullers (Josyane Savigneau, 1995)

 
Carson McCullers (Josyane Savigneau, 1995)
Stock 1995
BIBLIOTECA F

NT


NT


NT

BEAUMARCHAIS (2015)

BEAUMARCHAIS (2015)
Autor: Christian Wasselin
Folio Biographies nº 125
BIBLIOTECA F
Leituras 2025

LES RENAUD-BARRAULT (2000)

LES RENAUD-BARRAULT (2000)
Autor: Gérard Bonal
Seuil 2000
BIBLIOTECA F

LOUIS JOUVET (1986)

LOUIS JOUVET (1986)
Autor: Jean-Marc Loubier
Editions Ramsay 1986
BIBLIOTECA F

Eugène Ionesco (1990)

EUGÈNE IONESCO (1990)
par Marie-Claude Hubert
Seuil 1990
BIBLIOTECA 

IONESCO (2009)

IONESCO (2009)
Autor: André Le Gall
Flammarion Grandes Biographies 2009
BIBLIOTECA F

Biblioteca CORNEILLE

 
CORNEILLE (1997)
Autor: André Le Gall
Flammarion Grandes Biographies 1997
BIBLIOTECA

Biblioteca SHAKESPEARE

Shakespeare (2006)
Autor: Claude Mourthé
Folio Biographies n°18
BIBLIOTECA
Leituras 04.2020

Primeira edição: 
Gallimard "Découvertes", 1991
Autor: François Laroque

Como é sabido, conhecemos muito pouco sobre Shakespeare, o homem. E no entanto ele escreveu algumas das obras mais eternas da literatura e por elas foi reconhecido em vida, referido em muitos documentos e agraciado pelos reis. Quando era vivo apenas foi publicada a sua obra poética, sendo os Sonetos o seu livro mais importante. As suas peças, tragédias ou comédias, foram muito representadas pelas principais companhias de teatro da altura, inclusive os grupos patrocinados pelos reis (Queen Elizabeth e King James). Não foram publicadas para não serem utilizadas por outras companhias, para permanecerem um exclusivo dos grupos para os quais Shakespeare (também ator) trabalhava. Em 1623, dois amigos atores reuniram todas as peças do Bardo e publicaram-nas no First Folio, que é desde então a referência para a edição e a representação das peças. Esta biografia revelou-me mais coisas sobre o teatro em Londres na viragem do século 16 para o século 17 do que sobre Shakespeare, do qual vamos acumulando muitos factos e interpretações à medida que lemos sobre as suas peças ou quando as vemos. Pouco antes da época de Shakespeare o teatro era rudimentar e confundia-se com outros divertimentos de feira. Mas na segunda metade do século 16 já havia em Inglaterra algumas obras teatrais marcantes como o Doctor Faustus de Christophe Marlowe (1589). A geração de Shakespeare mudou a cena teatral para sempre. E a Londres moderna, com muitos teatros fixos espalhados pela cidade, começava ali. Vila do Conde 12.2019 Nota: 4/5

Coleção Folio Biographie

MARIVAUX (2021)
Autor:  Franck Salaün
Folio Biographies n°155 (2021)
BIBLIOTECA

LOUIS JOUVET (2021)
Autor: Olivier Rony
Folio Biographie n°154 (2021)
BIBLIOTECA

CARLO GOLDONI (2015)
Autor: Frank Médioni
Folio Biographie Nº127 (2015)
BIBLIOTECA
TENNESSEE WILLIAMS (2010)
Autor: Liliane Kerjan
Folio Biographie Nº72, 2010
BIBLIOTECA

OSCAR WILDE (2009)
Autor: Daniel Salvatore Schiffer
Folio Biographie Nº55, 2009
BIBLIOTECA

nº 36
2008

nº 18

nº 11
2006

ALFRED DE MUSSET (2010)
Autor: Ariane Charton
Folio Biographies nº 61 fév. 2010
BIBLIOTECA



22.Molière  
62.SarahBernhardt
158.Gérard Philipe x2

Biblioteca Oscar WILDE

OSCAR WILDE (2009)
Autor: Daniel Salvatore Schiffer
Folio Biographie 2009
BIBLIOTECA
Uma boa biografia francesa de Oscar Wilde, escritor britânico de origem irlandesa que amou a França como poucos. Passou aqui os seus últimos anos de vida. Schiffer recorre por vezes à reação mais favorável dos parisienses para sublinhar a posição ingrata do autor na sua pátria, onde não era compreendido pelo público nitidamente mais conservador, que no entanto adoraria mais tarde as suas peças de teatro. A vida de Wilde foi uma tragédia anunciada e Schiffer abusa dessa leitura, chamando a atenção para os muitos factos da juventude de Wilde que iriam ter um papel na sua improvável queda. Entre os escritores Wilde tem um dos destinos mais trágicos: teve uma morte (social) antes de morrer. Foi-lhe retirada a família (mulher e filhos) e quase todos os amigos se afastaram dele. Nunca mais reuperou da série de humilhações que resultaram da condenação do seu amor pelo jovem lord Douglas. Paris 11.2018 4/5

Oscar Wilde (1969)
Autor: Funker
Temas & Debates
BIBLIOTECA P

Retrato Inacabado (1984)

Retrato Inacabado (1984)
Memórias de Carmen Dolores
O Jornal 1ª edição 1984
BIBLIOTECA

Courteline (Emmanuel Haymann, 1990)

 
COURTELINE (1990)

Não foi das biografias de que mais gostei de ler. É difícil hoje entender a importância de Courteline no seu tempo. Foi um grande escritor cómico, mas de formas breves que chegam dificilmente até nós, muitas vezes restritas à imprensa e publicadas em livro posteriormente. Como um grande cómico de televisão e de teatro: como será conhecido no futuro, quando os seus contemporâneos desaparecerem todos? Courteline era filho de um grande autor de operetas, íntimo de Offenbach. O filho seguiu-lhe as pisadas mas fez se menos discreto do que o pai. Para mim, Courteline junta-se a Labiche e a Feydeau entre os grandes autores da comédia da Belle Époque. VC 12.2020 3/5

Feydeau (1991)

 
FEYDEAU (1991)
Autor: Henry Gidel
Flammarion 1991
Grandes Biographies
BIBLIOTECA

Feydeau é um dos ícones da Belle Epoque parisiense. Na viragem do século XIX para o século XX as suas peças, vaudevilles e comédias, entusiasmavam o público e a crítica e começavam a ser representadas no estrangeiro e também a ser reprisadas pelos teatros franceses. As suas peças imortalizaram figuras da época, como as cocottes, as mulheres de vida fácil que dominavam a vida social de Paris, ou os ricos, de dinheiro novo ou velho, que caíam nas suas garras. O início do livro é muito interessante porque me deu a conhecer o pai do dramaturgo, Jacques Feydeau, que foi amigo de Flaubert, Théophile Gautier ou Dumas Fils e foi um romancista de grande sucesso mas hoje esquecido. Georges Feydeau, o filho, tornou-se evidentemente muito mais conhecido do que o pai (é o autor cómico francês mais genial depois de Molière). Feydeau foi também um dos grandes colecionadores de arte da sua época, tendo adquirido inúmeros quadros dos impressionistas. Mas foi perdendo quase tudo para pagar as dívidas que ele e a mulher acumulavam com luxos de vária ordem. Feydeau nunca saía de Paris e levava uma vida social invejável (para mim): nunca jantava em casa e mas passava todo o tempo nos bares, sobretudo no Maxim's, a sua segunda casa, e só recolhia aos nascer do sol. Foi amigo de grandes nomes do teatro como Lucien e Sacha Guitry, tendo este último começado a carreira (de ator e autor de comédias) quando Feydeau terminava a sua. Henri Gidel, o autor desta biografia, é um grande especialista de Feydeau, tendo publicado as suas obras completas e escrito várias obras sobre a vida e obra do dramaturgo. Leituras 2018 Vila do Conde, Natal de 2018: 3,5/5

Jean Giraudoux (1993)

 
Ensaio de Philippe Dufay
Éditions Julliard 1993
BIBLIOTECA

Contos de Odessa (Babel)

Contos de Odessa Isaac Babel Relógio D'Água Leituras, outubro de 2026