A Medeia de Eurípides tem uma longa história de adaptações. A que vi ontem é da autoria de Jean-Dominique Hamel e pareceu-me estar bem próxima da original. A encenação de Nathalie Hamel é apenas mediana e os atores nem sempre são os melhores para os papéis, mas a história trágica de Medeia, traída, vingadora e vingada, é narrada de forma límpida e é geralmente isso que eu mais aprecio quando vejo uma peça clássica. Paris 11.2016 TNO 3/5
Bart Van den Eynde e Ivo Van Hove adaptaram Electra e Oreste, duas peças de Eurípides, e associaram-nas num mesmo espetáculo, encenada por van Hove. Histórias de vingança no seio da família que governa Argos. Sede de poder e humilhação, onde a violência domina. Espetáculo forte. Paris 02.2020 Comédie-Française 3/5