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Nouvelles asiatiques (Gobineau, 1876)

Nouvelles asiatiques (1876)
Contos de Gobineau
P.O.L. 1992
Prefácio de Nicolas bouvier
BIBLIOTECA

Ville d'Avray 1816 - Turim 1882

Nouvelles (George Sand, 1961)

Nouvelles (1961)
Édition d’Ève Sourian
Des Femmes 1986
BIBLIOTECA

BIBLIOTECA
La Mare au diabe (1846, Folio 2004)
La Petite Fadette (1848)

L'Oeuvre fantastique I. Nouvelles (Théophile Gautier, 1992)

L'Oeuvre fantastique
I. Nouvelles
Édition de M. Crouzet
Classiques Garnier 1992
BIBLIOTECA F

De Théophile Gautier
Seuil "L'école des lettres 1996
BIBLIOTECA


(1842)
De Théophile Gautier
Seuil "L'école des lettres 1993
BIBLIOTECA

THÉOPHILE GAUTIER (2004)
Autor: Gérard de Senneville
Fayard 2004
BIBLIOTECA P

Point de lendemain (Vivant Denon, 1777 & 1812)

Point de lendemain (1777 & 1812)
Conto de Vivant Denon
Édition de Michel Delon
Folio 1995
BIBLIOTECA


Sapho (Alphonse Daudet)

SAPHO (1984)
Romance de Alphonse Daudet
Librio 1995

Lettres de Mon Moulin (Alphonse Daudet, 1869)

LETTRES DE MON MOULIN (1869)
J'ai lu 1983
Leitura 2025
Nîmes 1840 - Paris 1897

Feydeau (1991)

 
FEYDEAU (1991)
Autor: Henry Gidel
Flammarion 1991
Grandes Biographies
BIBLIOTECA

Feydeau é um dos ícones da Belle Epoque parisiense. Na viragem do século XIX para o século XX as suas peças, vaudevilles e comédias, entusiasmavam o público e a crítica e começavam a ser representadas no estrangeiro e também a ser reprisadas pelos teatros franceses. As suas peças imortalizaram figuras da época, como as cocottes, as mulheres de vida fácil que dominavam a vida social de Paris, ou os ricos, de dinheiro novo ou velho, que caíam nas suas garras. O início do livro é muito interessante porque me deu a conhecer o pai do dramaturgo, Jacques Feydeau, que foi amigo de Flaubert, Théophile Gautier ou Dumas Fils e foi um romancista de grande sucesso mas hoje esquecido. Georges Feydeau, o filho, tornou-se evidentemente muito mais conhecido do que o pai (é o autor cómico francês mais genial depois de Molière). Feydeau foi também um dos grandes colecionadores de arte da sua época, tendo adquirido inúmeros quadros dos impressionistas. Mas foi perdendo quase tudo para pagar as dívidas que ele e a mulher acumulavam com luxos de vária ordem. Feydeau nunca saía de Paris e levava uma vida social invejável (para mim): nunca jantava em casa e mas passava todo o tempo nos bares, sobretudo no Maxim's, a sua segunda casa, e só recolhia aos nascer do sol. Foi amigo de grandes nomes do teatro como Lucien e Sacha Guitry, tendo este último começado a carreira (de ator e autor de comédias) quando Feydeau terminava a sua. Henri Gidel, o autor desta biografia, é um grande especialista de Feydeau, tendo publicado as suas obras completas e escrito várias obras sobre a vida e obra do dramaturgo. Leituras 2018 Vila do Conde, Natal de 2018: 3,5/5

Contos de Odessa (Babel)

Contos de Odessa Isaac Babel Relógio D'Água Leituras, outubro de 2026