Que maravilha de texto e de interpretação! Não conhecia Brasillach, escritor que morreu no fim da segunda guerra mundial, durante a qual aliás escreveu esta peça (mas foi apenas criada no palco em 1954). Bérénice reencontra o rei Titus, o seu amor de juventude, com quem quer passar os seus últimos anos. Mas razões de estado, entre outras, separam para sempre os amantes reincidentes. Uma excelente produção, que voltaria a ver com prazer. Paris 06.2015 TNO 4/5
