Dos clássicos não me canso eu. Tinha visto Le Jeu de l'amour et du hasard (1730) de Marivaux em 2011 na Comédie Française, mas não me lembrava de quase nada a não ser da situação burlesca de partida: uma criada e a sua ama trocam de papéis durante a visita que recebem do candidato a noivo da ama. Mas o provável noivo também tem o mesmo estratagema e transforma-se no criado do seu proprio criado, sendo este promovido a amo. Estamos em pleno universo da comédia de enganos, aqui levada a uma sofisticação sem paralelo. Revisitei ontem esta mesma peça no teatro La Pépinière. numa boa encenação de Philippe Calvario. Paris 06.2015 La Pépinière 3,5/5
