Confissões de um opiómano inglês (Thomas de Quincey, 1821)

Confissões de um opiómano inglês (1821) 
de Thomas de Quincey
Ed. Contexto 2001
(1°ed. 1989)
Tradução de Manuel João Gomes
BIBLIOTECA

L'AFFAIRE DU CORNETTE ÉLAGUINE (Bounine, 1926)

L'AFFAIRE DU CORNETTE ÉLAGUINE (Bounine, 1926) 

Petite Bibliothèque Ombres

LES MUTILÉS (Ungar, 1922)

LES MUTILÉS (Ungar, 1922)

Petite Bibliothèque Ombres

HISTOIRES DE LA FRONTIÈRE (Harte, 1870)

HISTOIRES DE LA FRONTIÈRE (Harte, 1870)

Petite Bibliothèque Ombres

Les Derniers jours d'Emmanuel Kant (Thomas de Quincey, 1854)

Les Derniers jours d'Emmanuel Kant (1854)
Thomas de Quincey
 Versão definitiva de um artigo originalmente publicado na revista Blackwood's Magazine em 1827
Petite. Bibliothèque Ombres 2015
BIBLIOTECA F
(outra capa)

LE VOYAGE DE MOZART À PRAGUE (Eduard Mörike, 1856)

LE VOYAGE DE MOZART À PRAGUE (Eduard Mörike, 1856)
Éditions Ombres (Toulouse) 1989
BIBLIOTECA

Des Hommes Intéressants (Nikolaï Leskov, 1885)

Des Hommes Intéressants (Nikolaï Leskov, 1885)
Petite Bibliothèque Ombres nº 49
Toulouse, Éditions Ombres 1995
BIBLIOTECA F

ROMANCES:

VERS NULLE PART (L'IMPASSE, НЕКУДА), 1864
MANIA L'INSULAIRE 1866 
À COUTEAUX TIRÉS 1871
GENS D'ÉGLISE 1872
UNE FAMILLE DÉCHUE 1874
LADY MACBETH DU DISTRICT DE MTSENSK 1865
L’ANGE SCELLÉ 1872
LE PÈLERIN ENCHANTÉ 1873
DES HOMMES INTÉRESSANTS (1885, novela)
    Petite Bibliothèque Ombres 1995 BIBLIOTECA

Contes Indiens (Stéphane Mallarmé)

Contes Indiens (Stéphane Mallarmé)
Petite Bibliothèque Ombres nº 26
Toulouse, Éditions Ombres 1995
BIBLIOTECA F

Paul Morand

BIBLIOTECA
Ouvert la nuit (1922) Lewis et Irène (1924) L'Homme pressé (1941) Vie de Guy de Maupassant (1942) Le prisonnier de Cintra (1958) Fouquet ou Le Soleil offusqué (1961) Entretiens (1990) 

L'Image Fantôme (Hervé Guibert, , 1981)

Saint-Cloud 1955 - Clamart 1991

BIBLIOTECA12: La Mort propagande et autres textes de jeunesse (1977) Des aveugles (1985) Mes Parents (1986) Les Gangsters/1988  Mauve le vierge/88 A l'ami…/90 Mon valet et moi, roman cocasse/91 Voyage avec deux enfants (91) Le Protocole compassionnel/91 L'homme au chapeau rouge (92) Le Paradis (92) Cytomégalovirus. Journal d'hospitalisation (92) 

L'Image Fantôme (Hervé Guibert, , 1981)
BCF Editores 2023
Prefácio de Amandio Reis NT


Trollope (C.P. Snow, 1975)

Trollope (C.P. Snow, 1975)
Álbum Macmillan 1975
BIBLIOTECA F

The Way We Live Now (Anthony Trollope, 1875)

The Way We Live Now (Anthony Trollope, 1875)
Quelle Époque!
Tradução, prefácio e notas de Alain Jumeau
Fayard 2009
BIBLIOTECA F

P.U.F. COLEÇÃO QUE SAIS-JE ? 112

1946: Les Origines de Rome 1947 : Histoire de Espagne 1948 : Le Marxisme 1949: Siecle de Pericles / Histoire Amérique Latine / Islam (1949) 

1950s

Les Musées de France (1950) Les Formes de la musique (1951)  Histoire de Venise (1952) La vie a Rome dans l'Antiquite (1953) Le Bresil (1954) Etat Israel (1955) Histoire des Pays Scandinaves (1956 ed1965) La bibliographie (1956) Histoire du Judaisme (1957 ed 1983) Sociologie littérature (1958) Histoire des Etas-Unis (1959) 

1960s

Musees et  Museologie (1960) Les Bibliothèques (1961) La musique americaine / Le Theatre Nouveau en France (1963) Geographie de Italie (1964) Littérature Latine / Les Vikings / H.Music-Hall (1965) Littérature italienne (1966) Histoire de enseignement français (1967) Géographie du Japon (1968) 1969: Histoire de la Langue française (ed1972) Art du chant / Histoire du Japon / Les Grandes dates de histoire de la musique (1969) 

1970s

1970: Histoire photographie / Les Marxismes après Marx / Cuba (1970) La chanson française (1971) La Literature hispano-americaine (1972) Le Siecle de Saint Louis / La Gravure (1972) La musique italienne (1973) Les Templiers (1974) Melodie et Lied / Roman Policier / Flamenco (1975) La Litterature espagnole (1977) Racine / La Sonate / Le Concerto / Orchestre / Théâtre antique / L’ortographe (1978) La Comédie classique en France (ed1989) / 1979: Le Roman français depuis 1900 / La Ve Republique (1979) 

1980s

Le Roman picaresque (1980) 1981 :Le Conte populaire français (ed1986) / Historiographie / Le Blues / Opéra et opéra-comique (1981) Les écrivains italiens daujourdhui / La Formation de la langue francaise (1982) 1983 : L'Oratorio / Freud / La Littérature francaise du XVIIIe siecle / Esthetique du cinema (1983) La Littérature anglaise / 1984 : Baudelaire et la modernité poétique 1986:La Guerre de Espagne (1986) Victor Hugo (1987) Le roman-feuilleton / La Littérature comparée (1989) 

1990Ss

La Versification / Histoire littéraire / Industrie cinematographique française (1990) Rhythm and Blues / La Belgique (1991) La littérature russe / Empire Disney / Le Ragtime / Hollywood / Bresil (1992) Encyclopedie / Salsa Latin Jazz (1993) La Sexualite feminine / Cinema français sous occupation / Histoire du Canada / Ponctuation / Histoire de la littérature catalane / Grandes dates littérature francaise (1994) Histoire de la Langue Latine / Litterature italienne contemporaine / Histoire de la Géographie / Dante (1995) Peinture italienne (1996) Chrétien de Troyes / Maisons décrivain / La civilisation afro-brésilienne (1997) 1998 : L’art pompier / La critique littéraire française au XXe siècle / Jesus      1999 : Histoire du Costume / La Mode / Cantate francaise      

2000s

2002 : Les dictionnaires de langue française     2004 : Histoire de la Psychiatrie / Histoire culturelle     2005:Le Brésil (ed 2013) / Histoire du Système éducatif    2007 :Parfum    2008: Sociologie des tendances / Sociologie du sport    2009:Les 100 Mots de l'édition    

2010s

2011:Le Théâtre    2013: Les 100 Mots de l'Opéra

L' Islam (Dominique Sourdel, 1949)

L' Islam (Dominique Sourdel, 1949)
Que sais-je?
22e édition 2010
BIBLIOTECA

As Cordas (Fátima Pombo, 2005)

1964

As Cordas (Fátima Pombo, 2005)
Teorema, 1ª edição janeiro de 2005
Coleção Estórias nº156
BIBLIOTECA

Angústia para o Jantar (Luis de Sttau Monteiro, 1961)

Angústia para o Jantar (Luis de Sttau Monteiro, 1961)
Cìrculo de Leitores 1978
BIBLIOTECA

Rubens

Com este precioso livro da Taschen (feito para as massas) fiquei a perceber melhor o que eram os grandes ateliers de onde saíam obras em catadupa assinada por um mestre da moda. E poucos terão havido como Rubens, cujos ateliers formaram grandes pintores e promoveram o trabalho especializado: um pintava flores, outro as formas humanas, outro os animais mortos... Nunca prestei atenção a Rubens, mas agora alguns dos seus quadros fascinam-me. Não se conhecendo o contexto em que foram produzidos, nem imaginamos a ousadia (estética, política) que certos quadros encerram, mas que na superfície (da nossa ignorância) nos parecem académicos e sem vida. Vila do Conde 2017: 5/5

Albert Besnard (Petit Palais, 2017)

Como Haussmann marcou a malha urbana de Paris da sua época, Albert Besnard marcou a Paris da Belle Époque com os seus retratos dos VIPs da altura, e com os seus murais nas grandes instituições públicas franceses. Paris 01.2017 Petit Palais 4/5

Henri Fantin-Latour À fleur de peau (Musée du Luxembourg, 2017)

A cultura francesa de Oitocentos é inesgotável. Depois de Albert Besnard, na semana passada, descubro agora Henri Fantin-Latour. Ficou famoso pelos retratos de grupo que pintou com grandes nomes da arte da sua época. É dele, por exemplo, o único retrato de Verlaine e Rimbaud juntos; um retrato de músicos, que inclui Chabrier e D'Indy; um famosíssimo retrato com Manet e com ele mesmo, Fantin-Latour. Mas este superou-se mesmo nas naturezas-mortas de flores e frutas. Tal como nos retratos de grupo, um tanto frios e estáticos, as suas naturezas-mortas revelam uma dívida para com a pintura holandesa de Seiscentos. Fantin-Latour não é um grande pintor, um mestre, mas foi bom conhecer as suas obras. Paris 03.2017 Musée du Luxembourg 3/5

François Mauriac (Violaine Massenet, 2000)

François Mauriac (2000)
Ensaio de Violaine Massenet
Mauriac é hoje um escritor pouco lido, mas dos anos 1910 aos anos 1960 foi um intelectual e um romancista incontornável na vida cultural francesa. Foi um intelectual católico muito próximo dos intelectuais de esquerda, inclusive comunistas, e esse é um traço de personalidade e de formação que muito admiro. Nos momentos cruciais em que se decidia o destino da Europa (Guerra civil espanhola, Frente Popular no governo em França, Ocupação da França pelos nazis, o imediato pós-guerra, a descolonização em Africa), teve sempre uma posição moderada, e conseguiu ser atacado tanto pela extrema esquerda como pela extrema direita. Mauriac foi um grande romancista e foi essa a faceta que mais resistiu mesmo depois da sua morte. Privilegiava nos seus livros a classe social a que pertencia, a burguesia terratenente, em histórias que se centravam em temas como a família, a consciência e a culpa, ou o amor e a paixão. Mas aquilo que mais aprecio em Mauriac é a sua língua, o seu estilo, que não está presente apenas nos romances mas em toda a sua extensa produção intelectual, como se pode ver pelos inúmeros exemplos citados nesta biografia escrita por Violaine Massenet. A autora escreveu uma excelente biografia, que capta muito bem o sentido da ação e do pensamento de Mauriac. Mas falta informação sobre a repercussão da obra de Mauriac fora do seu país, ou terá sido Mauriac um escritor pouco exportável? E que razões justificam isso, a ser verdade? Uma linha de investigação interessante mas ausente da obra de Massenet. VC 2017 4/5

BIBLIOTECA
 Préséances (1921) Le baiser au lépreux (1922) Génitrix (1923) Thérèse Desqueyroux  (1927) Le noeud de vipères (1932) Le mystère Frontenac (1933) Le désert de l'amour (1935) La Fin de la Nuit (1935) Les chemins de la mer (1939) Le Sagouin (1951) L’Agneau (1954) Un Adolescent d'autrefois (1969) François Mauriac (Flammarion Grandes Biographies, 2000)

Memórias (Raul Brandão)

Memórias I (1919) Relógio d'Água 1998 BIBLIOTECA Memórias II (p&r sd) BIBLIOTECA Memórias III. Vale de Josafat (1933) P&R s/d (1...