André Derain 1904 - 1914. La décennie radicale (2018)

Fiz bem em não perder esta exposição, apresentada no centro Pompidou, vista nos últimos dias. Pouco me dizia o nome de Derain. Acabei por ficar fascinado por este pintor que era posto nos píncaros da pintura francesa na primeira metade do século e depois tornou-se um nome secundário, de certo modo. Além da exposição, li o livrinho da Gallimard, coleção Découvertes, dedicado ao pintor. Derain foi um dos grandes fauves, passou pelo cubismo e outros ismos da época e encontrou uma forma (neo)clássica com obras tão interessantes quanto pouco conhecidas. Paris 2018 Pompidou 5/5

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Primeiro Amor (Ivan Turguéniev, 1890) Um jovem de 16 anos apaixona-se por uma uma jovem princesa de 21 anos, que atrai à sua casa no campo u...