Rachel. La divine tragédie (2002)

Ensaio de Claude Dufresne 
Rachel foi uma enorme atriz francesa do tempo do Romantismo, internacionalmente idolatrada, como as turnés que fez pelo mundo o provam. Atuava em francês, mas na época o francês era uma língua segunda para as élites de muitos países. O mais interessante é que Rachel foi uma tragédienne, ela brilhou nas peças clássicas do século 17 francês (Racine e Corneille) e não no teatro contemporâneo, romântico, que estava na moda. No entanto, todos a admiravam, como Victor Hugo. Quanto à sua vida pessoal, será exagerado falar em ninfomania? O livro de Claude Dufresne arrasta-se na narrativa dos seus sucessivos amantes, que pouco tempo ficavam com ela, que eram rapidamente substituídos porque era normal ela ter mais do que um amante no mesmo período. Um Don Juan de saias, sem dúvida. Rachel veio da maior pobreza, passou fome, teve pouca escola, mas conseguiu tornar-se célebre numa arte tão erudita. Notável. Vila do Conde 10.2019 3/5

Biblioteca L' avant-scène théâtre

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